Guia completo · Atualizado 2026

Todo equipamento de beach tennis, explicado.

Da raquete à meia de areia: o que cada item faz, quando vale a pena comprar e quais marcas entregam de verdade — do iniciante ao competidor.

O diferencial

Equipe seu personagem

Escolha sua classe e veja o kit completo equipado, como em um RPG. Toque em qualquer slot para entender o item, por que ele está nesse kit e onde comprar.

Classe de entrada: o mínimo bem escolhido para aprender com conforto, sem gastar em recurso que você ainda não usa. Prioridade total em proteção e em uma raquete que perdoa erros.

Kit do Iniciante

Mão dominante

Equipado: Raquete de fibra de vidro (300–320 g)

Propósito do slot: A arma principal: define potência, controle e conforto de cada golpe.

Por que neste kit: Macia, leve e tolerante: acelera o aprendizado e poupa o cotovelo. Carbono pode esperar.

Checklist completo — Kit do Iniciante

  • Cabeça: Boné ou viseira esportiva
  • Olhos: Óculos de sol com UV400
  • Corpo: Camiseta dry fit UV50+
  • Mãos & punho: Overgrip dry avulso
  • Mão dominante: Raquete de fibra de vidro (300–320 g)
  • Munição: 1 tubo de bolas estágio 2
  • Pés: Descalço ou sand socks básica
  • Costas: Mochila comum que você já tem
  • Consumíveis: Protetor FPS 50+ e garrafa de água

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Por onde começar

A ordem certa de compra

Ninguém precisa de tudo no primeiro mês. Cada equipamento abaixo carrega uma etiqueta de prioridade — ela se repete em todo o guia para você saber o que é essencial e o que pode esperar.

Guia item a item

Os equipamentos e o propósito de cada um

Cada card explica para que o equipamento serve, o que observar antes de comprar e as marcas mais respeitadas da categoria.

Raquete de beach tennis

Essencial

Propósito: é a extensão do seu braço — define potência, controle e conforto em cada golpe.

Diferente do tênis, a raquete de beach tennis não tem cordas: é uma superfície sólida com furos, cabo curto e no máximo 50 cm de comprimento. A escolha certa depende muito mais do seu nível do que do preço.

O que observar antes de comprar

Material da faceFibra de vidro é mais macia e barata (ideal para iniciantes); carbono (3K, 12K, 18K) é mais rígido e potente; kevlar aparece em modelos de alto controle.
Núcleo (miolo)Quase sempre EVA. Núcleos mais macios absorvem impacto e perdoam erros; mais densos devolvem mais potência.
Peso e balançoEntre ~300 g e 360 g. Balanço na cabeça = mais potência; balanço no cabo = mais manobrabilidade e menos esforço no punho.
FuraçãoMais furos e furos maiores reduzem a resistência do ar e ajudam a dar efeito (spin) na bola.
SuperfícieAcabamento áspero ou com textura ajuda a "morder" a bola nos golpes com efeito.
FormatoCabeça mais arredondada favorece controle; formato gota/diamante concentra peso no topo para atacar mais.

As camadas e a manutenção da raquete

Undergrip (grip base)

A camada grossa colada direto no cabo. Define a espessura final da empunhadura e absorve parte da vibração. Troca-se raramente — só quando afina, rasga ou quando você quer mudar a espessura do cabo. Versões "cushion" são mais macias para quem sente o impacto no punho.

Overgrip

A fita fina que vai por cima do undergrip — é consumível: quem joga 2–3x por semana troca a cada poucas semanas. "Tacky" gruda mais na mão; "dry" absorve suor (a escolha certa para o calor da praia). Camadas extras engrossam o cabo para mãos grandes. Marcas de referência: Wilson Pro Overgrip, Head, Tourna Grip.

Fita de proteção (protetor de cabeça)

Fita ou moldura adesiva aplicada na borda superior da raquete. Golpes baixos raspam a face na areia o tempo todo — a fita sacrifica alguns gramas em troca de meses a mais de vida útil. Quase obrigatória em raquetes de carbono caras. Prefira as transparentes específicas para beach tennis, que acompanham a curva da borda.

Preparo de aspereza (spin)

A textura áspera da face é o que "morde" a bola no efeito — e ela se desgasta com o uso. Para renovar: lixa d'água de grão fino (180–220) em movimentos circulares leves e uniformes, ou kits de aspereza (grit) que reaplicam textura com resina. Vá devagar: lixar demais remove pintura e pode afetar a garantia. Antes de torneio, confira se o regulamento permite a modificação.

Marcas de referência: Shark, Drop Shot, Adidas, Vairo, Quicksand, Turquoise e Mormaii dominam as quadras brasileiras. Para o primeiro contato com o esporte, linhas de entrada em fibra de vidro dessas marcas resolvem bem.

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Bolas de beach tennis

Essencial

Propósito: garantir o quique baixo e o ritmo de jogo característicos do esporte.

O beach tennis usa a bola laranja de estágio 2, com cerca de 50% da pressão de uma bola de tênis comum. Isso deixa o jogo mais lento no ar e permite trocadas longas mesmo com vento. Jogar com bola de tênis normal muda completamente a dinâmica — e machuca o braço.

O que observar antes de comprar

CertificaçãoPara treinos sérios e torneios, prefira bolas aprovadas pela ITF (estágio 2).
DurabilidadeAreia e sol desgastam o feltro rápido; bolas premium mantêm pressão e feltro por mais sessões.
QuantidadeTubos com 2 ou 3 bolas; quem treina com frequência economiza comprando caixas.

Marcas de referência: as bolas mais usadas em torneios e clubes vêm de marcas como Wilson, Head e as linhas próprias das marcas de raquete (Shark, Quicksand, Turquoise).

Protetor solar, boné e viseira

Essencial

Propósito: proteger pele e visão em um esporte jogado sob sol direto por horas.

É o equipamento de segurança mais barato e mais ignorado. A viseira é a favorita entre jogadores porque protege o rosto sem prender o calor na cabeça; o boné protege também o couro cabeludo. O protetor deve ser esportivo, resistente a suor e água.

FPS mínimoFPS 50+ com reaplicação a cada 2 horas de jogo.
Fórmula esportivaVersões "sport" ou em bastão não escorrem para os olhos com o suor.

Sand socks (meias de areia)

Recomendado

Propósito: proteger os pés da areia quente, de conchas e de atritos, sem perder mobilidade.

Meias de neoprene com solado emborrachado leve. Em praias e arenas com areia escaldante no verão, deixam de ser opcionais muito rápido. Também ajudam quem está com bolhas ou pele sensível nos pés.

AjusteDevem ficar justas: folga acumula areia dentro e causa atrito.
EspessuraSolados finos preservam a sensação da areia; grossos isolam mais o calor.

Marcas de referência: Vincere Sand Socks é a mais tradicional; marcas de surf/esportes de praia e as próprias marcas de beach tennis também têm boas opções.

Roupas com proteção UV

Recomendado

Propósito: proteger a pele do sol e manter o corpo seco e livre para se mover.

Camisetas e regatas com proteção UV50+, tops esportivos, shorts, saias e vestidos com tecido de secagem rápida. Algodão comum encharca de suor e pesa; tecidos técnicos (dry fit) evaporam rápido e não esquentam.

Fator UPFProcure UPF 50+ nas etiquetas — proteção que não sai com o suor, ao contrário do protetor.
Corte esportivoCosturas planas e tecido com elastano evitam atrito nos movimentos de saque e smash.

Marcas de referência: as marcas de beach tennis (Shark, Turquoise, Sexy Brand, Mormaii) têm linhas próprias de vestuário; marcas esportivas gerais com linha UV também funcionam bem.

Óculos esportivos

Recomendado

Propósito: proteger os olhos do reflexo da areia, do sol direto e de bolada acidental.

A areia clara reflete muita luz — jogar de frente para o sol sem óculos cansa a vista e atrapalha a leitura da bola alta. Modelos esportivos têm lentes com proteção UV400, armação leve e hastes emborrachadas que não escorregam com suor.

Lente polarizadaCorta o reflexo da areia e da água; melhora o contraste da bola laranja contra o céu.
FixaçãoCordinha ou hastes com grip evitam que os óculos voem em um smash.

Raqueteira e mochila térmica

Opcional

Propósito: transportar e — principalmente — proteger a raquete do calor.

Calor extremo é inimigo do EVA e das resinas da raquete: deixar a raquete no carro ou no sol pode deformar o miolo. Raqueteiras com forro térmico resolvem isso e ainda organizam bolas, grips, protetor e roupa de troca.

Forro térmicoO compartimento aluminizado é o diferencial real — não é só estética.
CapacidadeModelos para 1–2 raquetes servem para a maioria; mochilões fazem sentido para quem compete.

Munhequeira

Opcional

Propósito: interceptar o suor do braço antes que ele chegue à mão e ao grip.

Faixa de tecido atoalhado usada no punho. Além de secar a testa entre pontos, ela impede que o suor escorra pelo antebraço até a empunhadura — o principal motivo de a raquete girar na mão em dia quente. Quem sua muito usa uma em cada braço ou os modelos longos de antebraço.

TamanhoCurtas são discretas; as longas (de antebraço) absorvem mais e protegem a pele do sol.
QuantidadeTenha ao menos duas: troque no meio da sessão quando a primeira saturar.

Toalha esportiva de microfibra

Opcional

Propósito: secar suor e mãos sem levar meio quilo de areia para casa.

A toalha de banho comum vira uma lixa na praia: acumula areia nas fibras e não seca mais nada depois de meia hora. A de microfibra seca rápido, a areia não gruda (basta sacudir), ocupa pouco espaço na raqueteira e muitas vêm com capa ou gancho para pendurar na cerca da quadra.

Tamanho idealModelos "sport" de 40–80 cm: grandes o bastante para o rosto e braços, pequenos para a mochila.
SecagemMicrofibra seca em minutos ao sol — dá para reusar na sessão seguinte do mesmo dia.

Garrafa térmica

Opcional

Propósito: manter a bebida gelada por horas — porque hidratação quente ninguém bebe o suficiente.

Partidas de verão passam fácil de uma hora sob sol forte, e a garrafa comum vira chá morno em 20 minutos na areia. A térmica de parede dupla (inox) mantém gelado por 6–12 horas. É o item que faz você de fato beber a quantidade certa.

Capacidade1 litro ou mais para uma sessão; professores e dias de torneio pedem 1,5–2 L ou duas garrafas.
Bico esportivoTampa flip ou bico de squeeze permite beber rápido entre pontos sem desrosquear nada.

O que colocar dentro dela

A garrafa é só o veículo — o que importa é a estratégia de hidratação e energia. Montamos um guia completo para cada opção:

Repelente

Opcional

Propósito: sobreviver ao horário nobre do beach tennis — o fim de tarde.

O melhor horário para jogar (sol baixo, areia fria) é também o horário de pico de pernilongos e borrachudos, principalmente em arenas perto de vegetação ou lagoas. Um jogador coçando a perna entre pontos não devolve smash. Prefira repelentes esportivos que resistem ao suor.

AtivoIcaridina dura mais horas e resiste melhor ao suor que o DEET comum; há versões infantis para quem leva os filhos.
Ordem de aplicaçãoRegra de ouro: protetor solar primeiro, espere secar, repelente por cima. Invertido, os dois perdem eficácia.

Kit de banho pós-jogo

Opcional

Propósito: sair da arena direto para o trabalho, jantar ou compromisso — sem levar a praia junto.

Quase toda arena tem chuveiro, mas quase ninguém chega preparado. Um kit enxuto que mora na raqueteira resolve: chinelo, necessaire com miniaturas de shampoo e sabonete, toalha de banho (separada da esportiva de quadra), muda de roupa e um saco estanque ou de silicone para isolar a roupa suada do resto da mochila.

Truque do talcoSem chuveiro por perto? Talco tira areia seca da pele e dos pés em segundos — clássico de quem cresceu na praia.
Saco estanqueOs de 5–10 L isolam roupa molhada e ainda protegem celular e carteira na areia durante o jogo.

Kit de quadra própria: rede e fita de marcação

Opcional

Propósito: montar sua própria quadra na praia ou em terreno de areia.

Para quem quer jogar fora de arenas: rede oficial a 1,70 m de altura, postes desmontáveis e fita de marcação para delimitar a quadra de 16 × 8 m (duplas). Kits completos vêm com sacola de transporte. É investimento de grupo — dividido entre amigos, sai barato por pessoa.

Combustível de jogo

Hidratação e nutrição de quadra

O que vai na garrafa e na mochila importa tanto quanto a raquete: sessões de beach tennis passam de uma hora sob sol forte, com muito suor e explosão. Aqui está o cardápio do beach tenista, do gratuito ao pré-treino de torneio.

Água

Essencial

Propósito: a base de tudo — sem ela, nenhum suplemento funciona.

Para sessões de até uma hora em ritmo leve, água resolve sozinha. A regra prática: chegue à quadra já hidratado, beba alguns goles a cada troca de lado (não espere a sede — ela chega atrasada) e continue bebendo depois do jogo. Urina escura no fim do dia é sinal de que faltou.

RitmoGoles pequenos e frequentes hidratam melhor que um garrafão de uma vez, que pesa no estômago.
TemperaturaÁgua gelada desce mais fácil no calor — por isso a garrafa térmica muda o jogo.

Isotônico pronto

Recomendado

Propósito: repor água, sódio, potássio e carboidrato de uma vez, sem preparo.

Gatorade, Powerade e similares fazem sentido quando a sessão passa de uma hora com muito suor: além de hidratar, repõem os eletrólitos perdidos e entregam carboidrato para manter a energia. A conveniência é o ponto forte — e o custo por litro é o ponto fraco para quem joga toda semana.

Quando valeJogos longos, torneios e dias de calor extremo com suor abundante.
Quando não precisaBate-bola leve de 40 minutos: água dá conta e você economiza calorias e dinheiro.

Isotônico solúvel (em pó)

Recomendado

Propósito: o mesmo efeito do pronto por uma fração do preço por litro.

Sachês e potes de isotônico em pó (Gatorade em pó e marcas de suplemento) rendem muitos litros e ocupam quase nada na mochila: é só ter água na quadra. Para quem joga 3x por semana, a economia sobre o pronto é enorme no fim do mês.

Receita budget: isotônico caseiro de Clight + sal

O clássico de baixo custo das quadras. Para 1 litro de água gelada:

  • 1 sachê de Clight (ou similar) do sabor que preferir — dá gosto e potássio;
  • 1 pitada generosa de sal (~1 g, uma colher de café rasa) — repõe o sódio do suor;
  • 2 colheres de sopa de açúcar (opcional) — vira fonte de carboidrato para jogos longos; sem açúcar, funciona como repositor de eletrólitos de baixíssima caloria.

Misture bem e prove: deve ficar levemente salgado por trás do sabor da fruta. Sai por centavos o litro.

Nota: receita de uso geral esportivo, não substitui orientação de nutricionista. Quem tem restrição de sódio (hipertensão) deve conversar com um profissional antes.

Frutas de quadra

Recomendado

Propósito: energia rápida e eletrólitos naturais entre sets, quase de graça.

A banana é a rainha da quadra: carboidrato de rápida absorção, potássio (ajuda contra câimbra) e vem na própria embalagem. Laranja e uva hidratam e dão energia; melancia em cubos na térmica é o luxo dos dias de 35 °C. Fruta é a opção de nutrição com melhor custo-benefício do esporte.

Quando comerEntre sets ou no intervalo de jogos em torneio — porções pequenas que não pesam.
LogísticaUm pote hermético na mochila evita fruta amassada com areia.

Gel de carboidrato

Opcional

Propósito: energia concentrada e imediata sem peso no estômago.

Sachê com 20–30 g de carboidrato de absorção rápida, criado para o endurance e adotado nos torneios de beach tennis: no terceiro jogo do dia, quando a energia despenca e não dá tempo de comer, o gel resolve em minutos. Sempre tome com água para absorver bem.

Quando usarDias de torneio com múltiplos jogos ou partidas que passam de 90 minutos.
DicaTeste o sabor e a tolerância no treino, nunca pela primeira vez em jogo decisivo.

Barrinhas de proteína

Opcional

Propósito: começar a recuperação muscular logo depois do jogo.

Durante a partida, prefira carboidrato (fruta ou gel) — proteína digere devagar e não dá energia imediata. A barrinha entra depois do jogo ou entre jogos com intervalo longo: prática, não derrete tanto quanto chocolate e segura a fome até a refeição de verdade.

O que olhar no rótulo15 g+ de proteína e pouco açúcar; muitas "barrinhas de proteína" são doce disfarçado.
CalorPrefira as sem cobertura de chocolate — na mochila de praia elas viram sopa.
Guia de marcas

Qual marca combina com você

Não existe "melhor marca" — existe a marca certa para o seu momento no esporte. Organizei pelo perfil de jogador, com base na reputação de cada uma nas quadras.

Shark

Todos os níveis

Marca brasileira mais presente nas arenas, com linha completa da entrada ao profissional. Fácil de encontrar, boa revenda no usado e patrocina grande parte do circuito nacional.

Drop Shot

Intermediário e avançado

Tradicional espanhola, forte em raquetes de carbono com pegada de potência. Referência entre jogadores de torneio.

Adidas

Todos os níveis

Entrou forte no beach tennis com linha própria de raquetes e bom acabamento. Vantagem de rede de distribuição enorme e assistência fácil.

Vairo

Intermediário e avançado

Argentina com tradição em esportes de raquete. Modelos de carbono com ótimo custo-benefício no segmento intermediário.

Quicksand

Avançado e competidor

Italiana cult do beach tennis, usada por atletas do circuito mundial. Raquetes de alto desempenho, preço à altura.

Turquoise

Avançado e competidor

Outra italiana de elite, conhecida pelos modelos de carbono de alta rigidez para jogo agressivo. Presença constante em finais de torneios internacionais.

Mormaii

Iniciante e intermediário

Marca brasileira de esportes de praia com kits acessíveis — bom caminho para o primeiro equipamento sem gastar muito.

Heroes

Intermediário ao competidor

Italiana queridinha do momento nas quadras brasileiras: design marcante, linha ampla do intermediário ao pro e forte presença entre atletas do circuito. Modelos como a linha BT rodam de boca em boca nas arenas.

AMA Beach Tennis

Intermediário e avançado

Marca italiana em rápida ascensão, focada exclusivamente em beach tennis. Raquetes de carbono com acabamento caprichado e apostas em furação e aspereza para jogo de efeito.

Vision

Todos os níveis

Uma das marcas mais tradicionais do beach tennis mundial, da terra natal do esporte (Itália). Catálogo enorme, do iniciante ao atleta de ponta, com tecnologia consolidada por décadas de circuito.

Sexy Brand

Intermediário ao competidor

Italiana de forte identidade visual que une desempenho e lifestyle: raquetes de circuito mundial e uma das linhas de vestuário mais desejadas do esporte.

Nox

Intermediário e avançado

Espanhola gigante do padel que trouxe sua engenharia para o beach tennis. Boa opção para quem busca carbono de qualidade com a solidez de uma marca grande de raquetes.

Rakkettone

Avançado e competidor

Italiana artesanal cultuada por jogadores exigentes: produção em menor escala, acabamento premium e modelos com personalidade própria. Menos fácil de achar, mais fácil de amar.

Camewin

Primeiro contato

Linha de entrada de baixíssimo custo, comum nos marketplaces. Serve para descobrir se você gosta do esporte gastando o mínimo — mas quem engata na segunda semana logo sente o limite e migra para uma fibra de vidro de marca estabelecida.

Wilson & Head

Bolas e acessórios

Gigantes do tênis presentes no beach tennis principalmente em bolas estágio 2, overgrips e acessórios de qualidade consistente.

Preços e linhas mudam a cada temporada — antes de fechar a compra, confira avaliações recentes do modelo específico. Este guia reflete a reputação geral de cada marca, não um teste de laboratório.

Dúvidas frequentes

Antes de comprar, leia isto

Quanto custa começar no beach tennis?

Com uma raquete de entrada em fibra de vidro, um tubo de bolas e protetor solar, dá para começar gastando pouco. Muitas arenas alugam raquete na primeira aula — vale experimentar antes de comprar.

Posso usar bola de tênis normal?

Não é recomendado. A bola de tênis tem o dobro da pressão, quica e voa demais para a dinâmica do beach tennis, e o impacto mais duro sobrecarrega ombro e cotovelo. Use sempre a bola laranja de estágio 2.

Raquete de carbono é sempre melhor?

Não. Carbono é mais rígido: devolve mais potência, mas exige técnica e perdoa menos erros de centro. Iniciantes evoluem mais rápido (e sentem menos o braço) com fibra de vidro ou carbono de baixa rigidez.

Preciso mesmo de sand socks?

Depende da areia. Em arenas cobertas ou no fim da tarde, muita gente joga descalça. Em praia com sol a pino no verão, a areia queima de verdade — aí as sand socks deixam de ser luxo.

Como conservar minha raquete?

Três regras: nunca deixe no carro ao sol (o calor deforma o EVA), use protetor de cabeça se seu jogo raspa a areia, e transporte em raqueteira térmica. Limpe a areia com pano seco após jogar.